There is no spoon. 404: colher não encontrada. Consulte a SpoonAPI.
Eu construo sistemas para mudar a forma como o trabalho é feito.
Sou desenvolvedor de software, trabalho com transformação digital no setor público e gosto de investigar o que acontece quando a gente deixa de aceitar processos como eles são e começa a entender como eles poderiam funcionar.
Meu laboratório fica em algum lugar entre o Python, o PostgreSQL, o hardware, a automação e a pergunta que costuma dar início aos problemas mais interessantes:
Por que ainda estamos fazendo isso manualmente?
Às vezes, a resposta é uma automação. Às vezes, é uma arquitetura nova. Às vezes, envolve soldar uma placa, ler uma etiqueta RFID ou escrever uma simulação em C para descobrir até onde uma ideia consegue chegar.
O importante é entender o problema antes de tentar escondê-lo atrás de uma abstração.
Inventário público, IoT e novas formas de capturar a realidade.
Como modernizar o inventário de bens públicos sem simplesmente digitalizar as limitações do processo atual?
O Patrimônio Inteligente explora uma plataforma de conferência patrimonial que integra diferentes formas de identificação e captura de dados, incluindo códigos de barras, câmera, NFC e RFID UHF.
O projeto conecta software e hardware: Android, ESP32, Bluetooth Low Energy e leitores RFID fazem parte de uma arquitetura pensada para aproximar o registro digital do que realmente existe no mundo físico.
O objetivo é construir uma base tecnológica para inventários mais eficientes, rastreáveis e confiáveis — começando pela captura dos dados e evoluindo em direção à reconciliação e ao uso inteligente das informações.
Não é só sobre ler etiquetas. É sobre repensar o inventário.
E se uma simulação começasse a perceber que está sendo simulada?
Um experimento em C sobre mundos procedurais, agentes, seleção e comportamento.
Matrix é meu espaço para investigar sistemas por outro ângulo: criar um ambiente, definir suas regras, observar o que emerge das interações e descobrir o que acontece quando a complexidade começa a produzir resultados inesperados.
É um contraponto aos sistemas de gestão e automação do cotidiano. Em vez de resolver um processo existente, a ideia é construir um pequeno mundo e experimentar com as regras que o fazem funcionar.
Porque entender sistemas também significa perguntar o que acontece quando eles deixam de fazer apenas aquilo que esperamos.
Engenharia de software aplicada à administração pública.
Uma aplicação voltada à gestão e à elaboração de documentos de licitação, desenvolvida a partir de regras de negócio reais e das necessidades de quem trabalha com processos administrativos.
Python, Django, PostgreSQL, autenticação institucional, testes automatizados e integração com sistemas existentes fazem parte desse trabalho.
O desafio não é apenas produzir documentos. É transformar regras, responsabilidades e etapas de um processo em um sistema consistente, auditável e sustentável.
Software público precisa funcionar fora da demonstração.
- Python, dados e automação: eliminar trabalho repetitivo sem apenas transferi-lo para outra pessoa.
- GovTech: construir ferramentas úteis para problemas reais da administração pública.
- IoT e hardware: conectar sistemas digitais ao mundo físico, do ESP32 ao RFID UHF.
- IA aplicada e visão computacional: usar modelos quando existe um problema concreto a resolver.
- Arquitetura e engenharia de software: projetar sistemas que possam ser compreendidos, testados e mantidos.
- Segurança e integração: tratar autenticação, rastreabilidade, APIs e infraestrutura como parte do projeto.
- Open source: aprender em público, colaborar e devolver melhorias para a comunidade.
Acredito em código que possa ser entendido por outra pessoa, arquitetura que sirva ao problema e testes que ajudem a separar confiança de suposição.
Gosto de investigar o sistema antes de abstraí-lo, automatizar antes de complicar e documentar as decisões que provavelmente serão questionadas daqui a seis meses.
Trabalho com testes, documentação, revisão de código e evolução incremental. Também gosto de prototipar, experimentar alternativas e recomeçar quando descubro que a solução inicial estava respondendo à pergunta errada.
Não tenho interesse em usar tecnologia apenas porque ela é nova.
Tenho interesse em descobrir o que ela permite fazer melhor.
Linux, eletrônica, jogos antigos, música pesada, projetos paralelos e ideias que provavelmente deveriam ter permanecido pequenas.
Gosto de aprender coisas que parecem não ter relação entre si e descobrir, mais tarde, que estavam falando do mesmo problema sob perspectivas diferentes.
Às vezes, começo tentando melhorar um processo de inventário.
Às vezes, termino explorando mundos procedurais em C.
A curiosidade é a arquitetura. O resto é implementação.
Construindo, testando, quebrando e entendendo.




